menu
16.9.18



Por aqui tem chovido bastante e o friozinho ainda não foi embora — eu não aguento mais. No meio das correrias de sempre, das ansiedades pré provas, a gente vai seguindo e inventando moda. Dessa vez, além de ainda estar no processo de adaptação do tal bullet journal — que não tem dado muito certo mas ok, a bazinha de 10 aninhos tem aparecido com frequência querendo desenhar muito e comprar tudo que é canetinha diferente. 

A gente vai buscando um milhão de referências, faz uns testes, rabisca aqui e ali e até mesa digitalizadora tá querendo comprar. Cogitando investir na Intuos pequena da Wacom. Sim ou não?

Sigo tentando não cair na tentação do sofá nas idas ao cafofo antes de ir pra aula. As vezes dá certo, as vezes nem tanto. Principalmente quando tá chovendo. Eu já falei que tem chovido muito?

O bom é que enfim assisti A Quiet Place e não poderia estar menos impactada. Pensem num cenário pós apocalíptico cuja ameaça é atraída por todo e qualquer barulho. Caramba, é um filme intenso! A quem interessar, a Manu fala um pouco dele no VEM AQUI RAPIDÃO e essa é a dica de filme da vez.

Aproveitei um momento atualmente raríssimo de ânimo para séries e assisti a última temporada de The X Files. Algo que sentirei saudades! Também assisti Atypical, as duas temporadas que tem no Netflix e sério, que coisinha maravilhosa. É sobre um adolescente autista que resolve ter chego o momento dele ter uma namorada e de como essa sua busca por independência muda a vida não só dele mas de todos nessa história. Os episódios são curtinhos e passam num piscar de olhos. É uma série bem gostosinha de assistir que vai te fazer refletir enquanto você dá umas boas risadas. Assistam!

Depois de uma férias super prolongada das minhas leituras, terminei Outros Jeitos de Usar a Boca e Confissões de Crematório. O primeiro a maioria de vocês já deve ter ouvido falar e o segundo eu indico fortemente. A autora, Caitlin Doughty, chegou a participar de um TED (assistam) e, depois de ler esse livro dela o sentimento que fica é: Cait, vamos ser amigas? No embalo comecei a ler Inteligência Emocional, do Daniel Goleman, e Mundo Perdido, do Arthur Conan Doyle.

Por último, e não menos importante, aproveitei os finais de semana chuvosos com internet ruim pra começar a esboçar os móveis que queremos aqui pro cafofo. Depois do primeiro orçamento feito estamos em processo de recuperação pós mini infarto. Por que tão caro ser adulto?

May goddesses have mercy on our souls!
8.9.18

OBS. EU SEI QUE PARECE MAS NÃO CORTEI O CABELO NÃO :)

A gente se gruda em alguns mantras para conseguir seguir aguentando algumas barras, os perrengues da vida, essas coisas. Afinal, nem tudo depende da gente e nem sempre as coisas se resolvem no tempo que gostaríamos. Acontece.

Pois, que depois de longos três meses, o tal probleminha-que-não-deve-ser-nomeado — e que vai continuar assim porque não vem ao caso — e que me deixou meio bad foi resolvido (!) e guardado na caixinha ERROS PARA NÃO REPETIR. Amém! Enfim me sentindo toneladas mais leve e livre para começar novos ciclos. Deusas, deuses, seja lá quem ouviu minhas preces, obrigada!

A gente ignora a cara de sono — escondida atrás do tal mantra — de quem tem acordado as 5am mas que simplesmente acordou se sentindo maravilhosa e, com muito sono e, com a sensação de que its gonna be okay mesmo, as coisas se resolvem. Novos ciclos, etc etc etc. Eu já falei que tô me sentindo mais leve?

Eu sei, o post parece não fazer o menor sentindo. É que eu terminei essa semana tão exausta mas tão mais leve que eu senti necessidade de deixar registrado aqui um ponto final em algo que vinha me arrastando demais. 

Ah, claro, pra não esquecer: quando você precisa fechar algumas portas é porque provavelmente já tem outras para serem abertas, que tem muito mais pra te oferecer. Então sim, você é mais do que capaz e merece sempre mais!

Believe in yourself, baby! ♥
1.9.18


Faz um tempo que parei de fazer saldão do mês mas parece que Agosto tá pedindo, mesmo que eu já tenha falado um pouco dele dias atrás. 

Pois bem.


Eu ainda quero falar mais abertamente da minha nova rotina but, enquanto isso não acontece, vale ressaltar algumas coisinhas. Como o tanto que a vida tá mudando, não só pra mim mas, pra crespinha também. Eu tô tão orgulhosa!


A gente riu do quanto a gente mudou nossos estilos no decorrer dos anos e do quanto algumas manias ainda se mantem. Como comprar a mesma peça de roupa, mesmo usando de forma tão diferente.


Sim, eu continuo com medo de vacas. O que é meio sad porque elas ignoram isso totalmente e ah, são tão fofinhas também. Quem sabe na próxima tentativa de contato delas eu consiga pelo menos fazer um cafuné.


Acordar as 5am, muito frio, muito frio mesmo. Ficar agoniada com os acabamentos da casa que não ficam prontos nunca. Toni, pelamordadeusa, coloca as vistas dessas portas logo, please!


Maria Clara agora quer a liberdade que ficar no chão dá. Poder mexer em tudo sem ninguém impedindo ela. Tá muito ligeira essa guria.


Talvez eu ame um pouco esse homem, talvez.


Ah, teve a minha primeira tarde sozinha com ela. Que ela estranhou nos primeiros minutos — cadê mamãe? cadê vovô? — e me fez ficar mais de 4 horas balançando esse pacotinho de 9kg no colo pra ela dormir sem chorar descontroladamente. Isso foi numa sexta, passei o final de semana inteiro sem conseguir mexer meus braços direito. Academia pra que? Mas tão fofinha, tão cheirosa.


Entre cochilos dentro do ônibus, tem umas vistas bonitas sabe? Bem bonitas mesmo.


Também rolou passar a tarde com as minhas arianas preferidas. Amizade tão intensa que até a gente se pega surpresa pensando como é que deu tão certo. Amo forte!


Um mês tão cheio de experiências, dias gostosos, boas companhias e reflexões. Tão bom, mas tão bom. É Barbara...


...quem te viu, quem te vê! ♥

Agora, pra finalizar, vídeozinho desses dias gostosos!