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18.8.18


Agosto costuma ser aquele mês que demora anos luz pra acabar, que passa arrastado, que finaliza com aquele saldo esquisito de não sei bem se foi bom ou ruim. Mas não nesse agosto. Nesse, que nem acabou, a sensação é que em mais um piscar de olhos ele acaba. Tá corrido, tá intenso, tá gostoso. Claro, sempre um pendência aqui ou ali, mas a gente segue em frente que o restante não se faz sozinho.

Tá rolando toda uma mudança de rotina, que eu espero poder falar sobre logo, e ainda tô tentando administrar melhor o meu tempo. A to do list & wishlist só cresce. A gente quer fazer e comprar tanta coisa, socorro. O que não envolve dinheiro a gente vai lá e faz, ou tenta, e o que envolve a gente dá uma segurada pra não criar perrengues desnecessários.

Graças a nova rotina, voltei com as minhas leituras. Dando continuidade a Confissões do Crematório e adorando. Já até acrescentei mais alguns livros na minha listinha de leituras, #deusnocomando. Além disso, as vezes consigo tirar um tempinho pra fazer uns rabiscos, escrever um pouco no meu diário. Basicamente, redefinindo novos passatempos e resgatando outros.

Outro ponto bacana de agosto é o BEDA. Algo que eu espero conseguir participar em algum futuro não tão distante mas que enquanto não rola eu me divirto acompanhando quem participa. Ou tento pelo menos, porque meu inoreader tá transbordando de postagens – yaaay – e eu mal tenho conseguido parar na frente do meu computador.

E vamo que vamo.
11.8.18


As vezes tem uns perrengues que realmente nos deixam sem saber o que fazer. Meio que não dependem só da gente e né, se não depende só da gente só nos resta esperar que as coisas se resolvam logo. Enquanto isso a gente corre atrás do que depende da gente sim. A vida não para né? Então a gente corre atrás. Posterga um pouco, as vezes muito, mas tem que correr atrás.

É meio sobre aquele problema-que-não-deve-ser-nomeado que eu comentei muito superficialmente e acabou atrasando a minha vida. Ainda tá atrasando um pouco, na verdade, mas já esteve pior. O que dá a gente corre atrás né? Foi o que eu fiz. Não tem forma melhor de fazer algumas coisas. A gente simplesmente tem que fazer, parar de postergar e fazer, fazer! 

Não sei se foi efeito pós eclipse mas semana retrasada eu parei de adiar algumas coisas, consequentemente coisas boas aconteceram, e nessa última semana eu já tinha uma nova rotina. Ainda tem uns rolês pra resolver mas o fato de não estar mais parada no tempo já me dá uma sensação de conquista, good vibes, essas coisas. Pra começar agosto bem mesmo.

Anyway, se vale a dica, tem coisa que não adianta a gente condicionar a outras mil coisas pra seguir em frente. Tem coisa que a gente tem que fazer do jeito que der mesmo. Então vai lá e faz. Normalmente coisas muito boas acontecem depois que a gente dá o primeiro passo.

4.8.18

Ou: sobre estar com elas, mulheres da minha vida.

***


Pra quem não sabe, mamis mora em Erechim - RS e por conta disso não é tão fácil nos encontrarmos com frequência. A crespinha mora beeeem mais perto, em Florianópolis - SC, mas ainda assim também rola uma dificuldade de nos encontrarmos. Tem época que vejo mais a mãe do que a crespa, por exemplo. Coisas da vida adulta, da rotina louca, da falta de vergonha na cara da gente.


O bom é, pelo menos nesses últimos meses, até que a gente se encontrou algumas vezes. Teve essa ida à Gamboa, com direito a vídeo e tudo, e mais alguns encontros rápidos pra resolver coisinhas. O que acho pouco pois amo muito e, saudades!


A saudade bate forte mesmo. Geralmente ficamos muito mais tempo longe uma das outras, basicamente se comunicando apenas pelo whatsapp. Isso quando no meio da correria uma ou outra some por dias. Pelo menos umas trocas de causos e áudios tem que rolar né, pelo menos.


Por isso que, quando nos encontramos, a gente se gruda mesmo. Ficamos horas e horas conversando sobre tudo. Sobre as dores, os medos, os causos, as péssimas escolhas, sobre as experiências, as dúvidas, as tentativas, os novos sonhos, a correria, as relações, os desejos, as conquistas, a saudade. Por isso, porque é muita saudade, é muita coisa pra compartilhar. É a vontade de tocar, de abraçar, de sentir o cheiro da outra. 


Essas mulheres. O tanto que eu me orgulho delas, o tanto que quero bem, o tanto que amo. Essas mulheres da minha vida que sempre deixam saudades e que o tempo de reencontro sempre parece pouco mas que é sempre tão intenso, tão esclarecedor, tão bom.


É meus amores, já tô contando os dias para nosso próximo reencontro. Amo vocês ♥