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2.12.18

Antes tarde do que só em 2019, olha quem resolveu dar as caras. Pois é. Final de semestre me deixou tão atordoada nesse último mês que perdi completamente a noção do tempo e, como podem ver, esqueci até da existência do blog. My bad.

But, graças aos poucos registros feitos, não foi só da insanidade universitária que se resumiu o mês de novembro.


Maria Clara fez um ano e seguimos todos chocados com a rapidez do desenvolvimento dessa pequena, que já demonstra ter uma personalidade fortíssima. Vide registro acima, ela passou a festa inteira encarando o fotógrafo. Desconfiadíssima!


Teve aqueles momentos em que eu fiquei me amando e precisei registrar o momento. Assim como teve aquele rolê de reencontro da amiga de infância, algo que não fazíamos há pelo menos uns 15 anos. Oh my fucking goddess, como o tempo voa!


Eu já falei que eu me amei muito nesse novembrão? Pois é, amei forte. Deu vontade de eternizar outfit e as maquiagem tudo. Claro que no dia-a-dia a ressaca de final de semestre não me dava esse luxo — so sad — mas nos poucos rolês que aconteceram foi um self love gostoso. 

Agora, segura esse delineado. Socorro.


3.11.18


De um sábado de sol de setembro lá na Gamboa. Depois de ficarmos presos no trânsito por 3 horas, famintos antes do almoço, pra depois comer um bolo delícia de comemoração de aniversário atrasado das deusas da minha vida, mana e mamis ♥
13.10.18


Deveria ser hábito, a gente sempre fala isso, mas ainda assim fica anos luz sem se ver. Que coisa! Ai, quando acontece, a gente não sabe se tira atraso das conversas, se abraça, se registra o momento, se abraça de novo, se agradece pela parceria incrível, pelo momento, etc etc etc. No meio disso ainda fico fazendo a irmã babona porque meudeus tão linda essa minha irmã!


Isso também me faz lembrar que tenho outra infinidade de fotos e momentos pra compartilhar da gente, idas a Gamboa e coisas do gênero, que vão ficando no rascunho pra sabe-se lá quando. Sem falar na vontade de gravar vlogs, de gargalhar junto. Quem sabe na próxima!


No meio dos rascunhos, das ideias, dos talvez, eu sigo brincando com meus hobbies, matando a saudade, pensando no trabalho, na faculdade, nos móveis da casa que ainda não chegaram. A cabeça, ela não para, ela tá sempre com mil abas abertas. A gente respira mas não pira, ou tenta.