menu
18.2.18

Cada semana que passa, uma pequena nova vitória. Cafofo já tem forro agora. Forrinho lindo que eu nem quero mais que pinte, quero é verniz incolor mesmo. Tá lindo.


Paredes já ganharam banho de selador e de tinta. Cada vez com mais carinha de casa. Esse espaço é o da sala, cozinha e escritório, assim tudo junto e misturado. Do lado esquerdo tem mais o quarto e banheiro. Simples mas é nosso. 


Esse mini jardim é da sogrinha mas já consigo imaginar ele todo arrumadinho, hortinha vertical e tudo mais. Plantinhas everywhere.


Do lado da nossa varanda, ali com a parede verdinha, é o cafofo dos meus sogros. Casinha deles tem dois andares e a nossa foi construída colada na deles, em cima da garagem. Aliás, varalzinho ali cheio de roupinhas é da bebê Maria Clara. 

Cunhado e concunhada moram ali também. Assim mesmo, todo mundo pertinho pra poder paparicar a pequena todo dia. Já até falei que de certeza que é por essa janelinha ali que a Clarinha vai passar pra nos visitar. Certeza.


A gente enaltece o cafofo em obra mas para pra namorar a botinha nova também. Preciosidade que adquiri na Loja Reversa.


Parte externa ainda tá só no selador basicamente. Falta comprar as portas, janelas, pisos, azulejos e mais um monte de coisinhas.

Sério, eu amei tanto esse forro. 


Quanto mais cara de casa tem mais eu fico ansiosa. Mas é tão gostoso acompanhar todo o processo, ver que cada pedaço tem a mão do namorado e do sogro. Poder compartilhar tudo isso com vocês, it's so fluffy im gonna die.


Aguardemos os próximos capítulos. Que logo logo eu possa tirar selfies de pijama na frente desse janelão imenso e maravilhoso.

4.2.18


Como estamos? Estamos bem. Cafofo segue criando forma e eu sigo ansiosa, pensando nas plantinhas que talvez enfeitem esse pedaço de lar. Só que o cafofo nem portas e janelas tem ainda, falta tinta, falta piso, falta forro, falta bastante coisa. E a ideia é se mudar quando? Ainda esse mês. Oremos. 

Ansiosíssima pra aproveitar os primeiros meses assim, quase sem móveis mesmo. Muita caixa de papelão e bagunça. Mas é nosso, não é mesmo? Provavelmente ficarei ainda mais monotemática. Só falo da casinha e da sobrinha. Bem melhor do que só reclamar de sono e cansaço. Seguimos.

Última vez que tinha usado um maiô eu ainda era criança, a mãe ainda escolhia os outfits. O maiô era amarelo e transparente quando molhado. Só descobri isso depois do primeiro mergulho, logo cedo. Só saímos fim de tarde. Fiquei traumatizada. Precisei ganhar alguns kgs na casa do vinte e poucos e me sentir estranha de biquíni pra então resolver me aventurar nos maiôs novamente. Fiquei maravilhosa, me sentindo gostosíssima. Só quero usar maiô agora. Mandem maiôs, pfvr.

Depois de ficar pelo menos os últimos quatro anos me prometendo começar uma academia, por mil e um motivos (a ideia de começar uma e os motivos de postergar isso), enfim criei vergonha nessa cara. No momento sinto dores, muitas dores. Dores everywhere. Mas também tô me sentindo maravilhosa. Até meus bonequinhos no The Sims tão malhando. Povo focado sabe? É. No pain, no gain. Literalmente.

pins 001 002 003 004 ~ meu pinterest @bamoretti
28.1.18

Comecinho de ano por aqui tá bem suave. Ainda aproveitando o restinho das férias da faculdade. Corpo e mente seguem agradecidos pelo respiro. 


Dia desses cheguei do trabalho e o bonito estava descansadíssimo aproveitando um solzinho de final de tarde. Mal me viu e já esticou a pança pedindo carinho.


Em um sábado de sol decidimos ir pra Gamboa. Aquela decisão bem em cima da hora mesmo. Parecia o dia perfeito pra pegar uma praia. Obviamente o céu desabou em água quando estávamos quase chegando. Nos contentamos com roles de bicicleta, pescada de siri e os registros de um final de semana nublado.


Sigo agindo naturalmente quando fotografada.


Um problema de se trabalhar em um mercado é a facilidade de acesso as porcarias. Você pode até olhar a fileira de hortifrútis mas as chances de cair na de salgadinhos e achocolatados é enorme. Não é a toa que, quando a gente não se deixa cair em tentação, até resolve registrar o momento. Ah, claro, também porque os morangos estavam bonitos.


Sabe aquele diazão ensolarado? Então, apareceu em dia de trabalho mesmo. Mas tá bonito né, então a gente nem reclama muito não.