17 agosto 2016

Saldo do mês | 0716

Toda vez que eu simulo o começo de um post na minha cabeça, principalmente nesses últimos meses, vem sempre a mesma frase: antes tarde do que mais tarde. Porque né, tá rolando uns sumiços sinistros, que já foram explicados em outro post, mas sempre que rola eu tento dar aquele sinal de vida. E é bem por conta disso, dessa bagunça toda, que o saldo do mês de julho só tá dando as caras agora, com todo esse atraso. Faz parte. Então vamos ao que interessa.


Julho foi um mês louco. No primeiro dia já encarei a viagem de Erechim para São José City, cerca de 10 horas no ônibus e nádegas dormentes, super feliz por ter passado no vestibular (como comentei no saldo de junho). Também passei alguns dias na Gamboa, dando aquela força pra mãe que recém tinha feito uma cirurgia. Ela está bem, aliás. 


Já no fim do mês foi toda aquela correria atrás dos documentos necessários para matrícula na universidade e mais todo o processo de mudança, que é sempre louco. Com a matrícula feita já foi uma preocupação a menos nas costas. A ansiedade eu deixei para o primeiro dia de aula, claro. Quanto a mudança, encerrei os dois últimos dias do mês entre caixas, produtos de limpeza e uma cachorra extremamente perdida por ser ceguinha e não ter a menor ideia de onde estava. But, sobrevivemos e estamos bem.

Pra não perder o costume, uma compilaçãozinha de alguns momentos do mês. Pra assistir, solta o play ou clica aqui.


E o mês de vocês, como foi?

11 agosto 2016

Hello, It's me.

Eu tô viva, juro. O sumiço todo foi por conta de: sábado retrasado me mudei e estava sem internet. Gloriaosdeuses, esse pequeno assustador problema foi resolvido hoje e agora habemus wifi novamentchy. Yaaay.

O cafofo? Vai bem, como todo cafofo no primeiro mês de mudança. Meio bagunçado, meio faltando alguns móveis, algumas outras tralhas e meio cheio de caixas de mercado pra tornar o processo de organização menos caótico. Vamos por partes né? Vamos.

Pra deixar registrado: uma foto da minha nova vizinha, Babi. Ela gosta de ganhar carinho enquanto dá abraço de perna.


Lambeijos de luz.

24 julho 2016

Da mini-férias em Erechim

Como vocês bem sabem, eu passei alguns dias de junho lá em Erechim numa espécie de mini-férias por motivos de: sanidade. Tem hora que o corpinho não aguenta mais o faz-de-conta-que-ok e mete logo um: bazinha, please. Pois bem. Decidi sossegar, vegetar, olhar pro teto por horas sem ouvir ninguém me chamar, dormi outras incontáveis horas e até consegui tirar o atraso de algumas séries. Só que não para por ai. 

Quem tá acostumado a inventar moda acaba fazendo a mesma coisa quando deveria fazer o oposto. Ou né, as vezes é o tempo que tu tem pra resolver outras pendências e aquela mini-férias fica parecendo mais uma licença médica. O que também não é necessariamente ruim, anyway. Seguimos.


Nessa de aproveitar pra resolver pendências eu inventei de ir em um médico homeopata e no dentista. Resultado da brincadeirinha foi lindo. Medicação homeopata pra cinco meses sem poder ingerir nada que tenha cafeína, menta, hortelã, achocolatado e outras coisinhas. É mole? O café tradicional pelo descafeinado eu troquei numa boa mas ver bolo de chocolate da sogrinha e não poder comer é que é foda.

Já no dentista a tortura foi curta mas foi intensa. Menos quatro sisos pra me acompanhar, muito remédio pra dor e a aflição de passar os primeiros dias sem conseguir mastigar absolutamente nada. Pois é. No primeiro dia mesmo, com a cara quase toda anestesiada, era uma desgraça inventar de tomar água. Eu me molhava to-da. Glamour, não temos.


Ao desfazer a mala por lá eu reparei que a minha paleta de cores se mantem firme e forte. Assim como também notei que algumas coisas não mudam, como o fato de que, independente do que você leve, você nunca usará todas as peças que levar. Verdade absoluta ou isso só acontece comigo? Fica aí a questão.

Quanto ao inverno de lá, abençoado o lençol térmico que me fez passar pelo frio do Rio Grande do Sul sem querer estar-morta e bendito seja cada dia ensolarado que tornou as saídas da cama menos difíceis. Apesar de que né, com lençol térmico fica complicado sair da cama. Complicadíssimo. Não se pode ter tudo né querida?


Dormi muito e passei dias de pijama. Dias descabelada, dias feito um zumbi. Assim como também comi horrores. Sério, eu comi demais. É quase como se meu inconsciente já soubesse dos dias que eu passaria a base de nesquik e vitamina. Acontece.

Por fim, posso dizer que eu descansei bastante sim. Que valeu a pena tirar essa mini-férias pra cuidar do corpinho e recarregar as energias. Rolou matar a saudade da comidinha da mãe, da sensação de leveza, da preguiça sem culpa. Rolou me fortalecer e me preparar para encarar novos ciclos, novas jornadas. Assim que é bom né?


E por aí, tá louca a vida?

© BMRTT
Maira Gall