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14.6.18

Eu amo o tanto que eu me divirto nesse paraíso chamado Gamboa. O tanto que esse lugar me permite gargalhar até as bochechas doerem e ao mesmo tempo me sentir mentalmente descansada. O rolê quase sempre combinado em cima da hora que nunca deixa a desejar. 


A Gamboa em si, na alta temporada, já não é um lugar muuuito movimento. Nessa época então, menos ainda. O que eu particularmente considero o bônus desse lugar. Todo esse combo de paz e natureza que genialmente conseguem unir a vibe sítio e praia. Ô lugarzinho lindo!


Esse final de semana, especificamente, acho que eu realmente fiquei empolgada com a ideia de registrar tudo porque voltei pra casa carregada de fotos e vídeos. Não é a toa que terei que fazer outro post pra compartilhar as outras fotos e ainda postar o vídeo fragmentos que, risos, também ficou longo.


E é isso, mais um final de semana gostosíssimo pra conta. Apesar de ter zero costume de sair de casa pra lazer, quando invento de fazer isso, raramente me arrependo. É muito bom poder sair da rotina de vez em quando, estar entre amigos, em lugares tão encantadores assim. Os dias seguintes ficam mais leves quando a nossa mente volta leve também.


6.6.18

Aconteceu (e tá acontecendo) um negócio na minha vida que meio que me tirou do eixo. Nada que eu venha compartilhar em detalhes porque não vem ao caso mesmo. Eu tô bem, ligeiramente ansiosa mas tô bem. I'll survive (I hope so).

Até tinha selecionado outras fotos pra postar mas nada do que eu tô sentindo nesses últimos dias combinavam com essas outras fotos. Ansiedade, umas afliçãozinha, insegurança, etc etc etc. Fica difícil falar de coisas boas do passado, mesmo que não tão distante, quando as gente tá com a cabeça nos problemas. Então, como eu não consigo falar sobre coisas que aconteceram antes desse negócio-que-não-deve-ser-nomeado, vou falar do que tem rolado nesses dias pós negócio-que-não-deve-ser-nomeado. Das coisas (boas) mais recentes eu consigo falar sim.


Ontem recebi meu primeiro pack de fotos via Phosfato. Queria assinar já tem um tempo mas só tomei coragem mesmo depois do feedback que a Adri (@adriellysato) me passou. Gostei tanto do resultado que até bateu um arrependimentozinho por não ter assinado antes. Sério, fica lindo demais. Tô tão ansiosa pra ver as do próximo mês que provavelmente falarei mais disso aqui :)

Ah, a Phosfato me disponibilizou um cupom de desconto: BARBARAL3426. Nesse cupom você ganha R$ 10,00 no seu primeiro mês de assinatura ♥ 


Quando merdas acontecem e a gente não consegue juntar as migas tudo pra desabafar e procurar colo (todo dia, porque no dia anterior a gente juntou sim e foi maravilhoso) a gente inventa de visitar uma delas e vira cama de gata. Obviamente não estou reclamando.


Inverno não chegou mas a friaca já tem dado as caras. Com chuva fica ainda mais top, só que não. Quer dizer, bom se você não precisa sair da cama, tirar o pijama, etc etc etc. As penugens na jaqueta a gente ignora porque as vezes a gente soca tudo na máquina de lavar mesmo e depois haja fita durex e paciência pra arrancar penugem de toalha que se apodera da jaqueta, meudeus.


Quando você não está com fome mas precisa fazer hora. Você resolve (sim, resolve) que está com vontade de comer batata-frita. Só que a desgraçada sozinha sai muito caro, simplesmente não vale a pena. Já o combo seria muito porque afinal, você não está com fome (ou está?). Ai a atendente já impaciente fala que bom, se não tá com tanta fome pega o alguma-coisa-kids, vem com bonequinho. Opa, pode ser, ai dou o bonequinho pra Maria Clara. 

Resultado: comi tudo (talvez eu estivesse com fome e não sabia) porém o boneco ainda está na minha mochila. Já não sei se foi realmente pela sobrinha que eu comprei esse combo. A parte triste é que não tinha mais o piu-piu.


Ah, essa é a vista da janela do quarto.

Quanto ao negócio-que-não-deve-ser-nomeado, vai dar tudo certo. Tem que dar. Vida sendo caixinha de surpresa, obrigando a gente a sair da zona de conforto, a enxergar as coisas como elas são, quais relações são sinceras, quais são puras e por aí afora. 

Seguimos? Seguimos.
30.5.18

Ser irmã mais velha é uma coisa muito doida. Aquele eterno mixed feelings sobre amar, educar e proteger. Claro, nem sempre foi só amor. Se considerar as tretas e ciúmes da infância com a passagem da adolescência das duas, bom, dá pra dizer que tivemos alguns anos de muito ódio e tremedeira. 

Só que a vida é uma caixa de surpresas cheia de aprendizado. Coisas acontecem, escolhas são feitas e todo aquele ódio e tremedeira adolescente é convertido em muito amor, saudade, vontade de esmagar e pegar no colo. Acho que faz parte.

A vida segue, cada uma toma um rumo diferente, umas escolhas diferentes e outras nem tão diferentes assim. Repetem-se erros e acertos na mesma intensidade que coisas novas são descobertas e experiências são compartilhadas. Cada uma com a sua individualidade. 

Talvez por isso que ser a irmã mais velha seja um negócio tão doido, tão intenso e cheio de aprendizados também. Mesmo que a gente saiba que algumas escolhas não são tão boas, que o estilo de vida não faça tão bem ou que seria muito mais fácil se repetisse apenas os acertos e aprendesse com os erros, essa é a vida dela. Só porque foram os meus erros, não quer dizer que serão os dela também.

O interessante é que o processo de aprendizado dela é meu também. Nos erros e nos acertos. Aprendo quando escuto o que a machuca, o que a deixa orgulhosa. E só quando eu faço isso é que aprendo como fazer meus concelhos, de quem também já ralou muito o joelho também, surtarem algum efeito, serem ouvidos. Até porque, de nada servem os conselhos, por melhor que sejam, se a outra parte não está aberta para ouvi-las. De nada servem os meus conselhos se eu não me colocar no lugar dela pra entender as suas dores, as suas inseguranças.

É um processo gostoso e assustador também. É gostoso ver toda a transformação dela, a evolução, o crescimento. Ver ela se tornar essa mulher maravilhosa, linda, forte, intensa, cheia de personalidade. Assim como também é assustador ver os tropeços, os machucados. A gente fica querendo pegar no colo, comprar briga, trazer pra casa. Só que a gente sabe que não é assim que funciona.

Eu costumo sempre pensar em algo que meu pai disse quando eu era mais nova (mesmo ele fazendo justamente o oposto, risos nervosos): A gente pode ensinar, aconselhar, mas o máximo que a gente pode fazer depois disso é esperar com o mertiolate na mão pra quando ela ralar o joelho. E é isso. Acompanhar, apoiar e estar ali quando as coisas derem errado, e quando as coisas derem certo também. Ela vai aprender vivendo mesmo, e tudo bem. É vivendo que ela se tornou a mulher que ela é hoje — com todos os seus erros mas, principalmente, com todos os seus acertos — e é vivendo ainda mais que ela continuará se fortalecendo, se tornando cada vez mais capaz de fazer o que ela bem quiser. 

Vai ter dia em que ela vai pedir colo, aconchego, aquela ajuda nos perrengue — e a parte difícil aqui é saber quando realmente estamos ajudando ou apenas passando a mão na cabeça. Assim como vai ter dia que ela só vai querer sentar pra tomar um café, contar as novidades. No fim a gente descobre a maravilha que é, o prazer que é ser a irmã mais velha. 

É mulher, gratidão enorme por tudo que já aprendi contigo, que já aprendemos juntos. Por esse laço que só se fortalece. Gratidão por ser tua irmã! 


Te amo desgraça! ♥