24 julho 2016

Da mini-férias em Erechim

Como vocês bem sabem, eu passei alguns dias de junho lá em Erechim numa espécie de mini-férias por motivos de: sanidade. Tem hora que o corpinho não aguenta mais o faz-de-conta-que-ok e mete logo um: bazinha, please. Pois bem. Decidi sossegar, vegetar, olhar pro teto por horas sem ouvir ninguém me chamar, dormi outras incontáveis horas e até consegui tirar o atraso de algumas séries. Só que não para por ai. 

Quem tá acostumado a inventar moda acaba fazendo a mesma coisa quando deveria fazer o oposto. Ou né, as vezes é o tempo que tu tem pra resolver outras pendências e aquela mini-férias fica parecendo mais uma licença médica. O que também não é necessariamente ruim, anyway. Seguimos.


Nessa de aproveitar pra resolver pendências eu inventei de ir em um médico homeopata e no dentista. Resultado da brincadeirinha foi lindo. Medicação homeopata pra cinco meses sem poder ingerir nada que tenha cafeína, menta, hortelã, achocolatado e outras coisinhas. É mole? O café tradicional pelo descafeinado eu troquei numa boa mas ver bolo de chocolate da sogrinha e não poder comer é que é foda.

Já no dentista a tortura foi curta mas foi intensa. Menos quatro sisos pra me acompanhar, muito remédio pra dor e a aflição de passar os primeiros dias sem conseguir mastigar absolutamente nada. Pois é. No primeiro dia mesmo, com a cara quase toda anestesiada, era uma desgraça inventar de tomar água. Eu me molhava to-da. Glamour, não temos.


Ao desfazer a mala por lá eu reparei que a minha paleta de cores se mantem firme e forte. Assim como também notei que algumas coisas não mudam, como o fato de que, independente do que você leve, você nunca usará todas as peças que levar. Verdade absoluta ou isso só acontece comigo? Fica aí a questão.

Quanto ao inverno de lá, abençoado o lençol térmico que me fez passar pelo frio do Rio Grande do Sul sem querer estar-morta e bendito seja cada dia ensolarado que tornou as saídas da cama menos difíceis. Apesar de que né, com lençol térmico fica complicado sair da cama. Complicadíssimo. Não se pode ter tudo né querida?


Dormi muito e passei dias de pijama. Dias descabelada, dias feito um zumbi. Assim como também comi horrores. Sério, eu comi demais. É quase como se meu inconsciente já soubesse dos dias que eu passaria a base de nesquik e vitamina. Acontece.

Por fim, posso dizer que eu descansei bastante sim. Que valeu a pena tirar essa mini-férias pra cuidar do corpinho e recarregar as energias. Rolou matar a saudade da comidinha da mãe, da sensação de leveza, da preguiça sem culpa. Rolou me fortalecer e me preparar para encarar novos ciclos, novas jornadas. Assim que é bom né?


E por aí, tá louca a vida?

08 julho 2016

Saldo do mês | 0616

A loucura que tá essa minha vida a ponto de praticamente só rolar postagem de saldo do mês? Pois é. Mesmo na minha mini-férias em Erechim eu acabei inventando coisa pra fazer, tipo arrancar os quatro sisos. O que não me deixa negar que, entre correrias e descansos, assim bem oito ou oitenta, rolou cuidar um pouco da saúde e até cortar o cabelinho, depois de uma eternidade sem uma atençãozinha qualquer. Antes tarde do que mais tarde né? 


O mês foi louco mas também superou minhas expectativas. O curso de Administração que eu tinha começado meses atrás era pago e a distância, o que me manteve na luta dos vestibulares. O bom é que até as fases trevosas tem prazo de validade e dessa vez eu passei em uma das provas. Can I have an amen? Agora no finalzinho de Julho inicio o mesmo curso, dessa vez presencial e gratuito. Gloriadeus euzinha numa universidade pública, amém.

Por fim e como prometido, vídeo do mês que é pra aquecer o coraçãozinho com o que aconteceu no meio desse mês louco de Junho. Solta o play (ou clica aqui).


16 junho 2016

Uns dias em Erechim

Cheguei aqui em Erechim lá pelas 4am de segunda-feira depois de duas semanas extremamente cansativas. Resolvi me dar férias, enquanto ainda posso me dar o luxo. Acho até que só hoje, nessa quinta-feira chuvosa, é que eu realmente diminui a frequência e comecei a sentir o cansaço das últimas semanas. Relembrando os tempos de: pior que zumbi atropelado, tirando a parte da fome (ou não).


Apesar de ser a primeira vez que estou sentindo o frio de Erechim — minha mãe mora aqui já tem alguns anos e já a visitei algumas vezes — eu ainda prefiro o frio daqui do que o frio de Florianópolis. Aliás, tudo fica mais fácil quando se tem aquecedores, muitas cobertas, lençol térmico (que coisa maravilhosa, meudeus) e quando não é preciso acordar cedo. 

Agora eu só espero conseguir recarregar as energias nos próximos dias, desestressar, matar a saudade da mamis (e da comidinha dela), tirar o atraso das séries, das leituras e do blog. Oremos. 

© BMRTT
Maira Gall