29 abril 2016

Finds quente na Gamboa

Frente fria chegou com os dois pés nas nossas costas. Agora, por exemplo, a sensação térmica é inversamente proporcional ao queimando no inferno da semana passada. O que seria ok se eu tivesse me organizado e tirado os meus cobertores e casacos do armário antes da máquina de lavar resolver parar de funcionar. A rinite mandou aquele abraço, aliás.

Mas antes que eu prolongue o chororô, até porque no fundo eu gosto do frio, quero deixar registrado esse último final de semana quente que mozão e eu aproveitamos lá na Gamboa (a praia, não o bairro).


Rolou fazer umas amizades caninas, caminhar na praia, comer muito (muito mesmo), matar a saudade da mamacita que veio lá de Erechim passar uns dias aqui, abraçar a vózinha que fez seus 94 anos, matar a saudade e rir com as tias, tomar vitamina de abacate (amo), colocar os pés na grama, colocar os pés na areia [...] cansar o corpo e descansar a mente, mais uma vez.


E essa é a cara de quem não tinha ideia de que ia passar muito frio na semana seguinte e de que precisaria entupir a cara de creme por conta das assaduras da rinite e do frio. A inocência... 


E a vontade de deitar nessa grama? As perninha chega a tremer.


Gamboa, até a próxima.

26 abril 2016

Ainda bem que tem café

Uma pausa nos estudos pra dar aquela respirada e uma folga para as minhas mãos. Quem aprende melhor escrevendo sabe a sofrência que é estudar/escrever unidades imensas em prazos tão curtos. Anyway, respira.


Depois da semana extremamente quente e abafada que passou, até que enfim o frio resolveu dar as caras. Aliás, acordar enrolada no edredom é algo que eu sentia muuuuito a falta. Assim como tomar muitas canecas de café sem a sensação de estar queimando no inferno. Antes tarde do que mais tarde.

A Piny continua achando um absurdo ficar do lado de fora do quarto quando eu acabo dormindo demais e só sossega depois de ganhar muito carinho. Ou pelo menos até eu pegar a minha primeira caneca de café. 

Falando em café. A gente sabe que não rola dizer que o dia começou ruim quando o gás espera você preparar uma garrafa inteira de café antes de resolver acabar de vez. Já foram duas canecas e muito bem apreciadas.

Vontade mesmo era de pular na cama, me enrolar no edredom e passar o dia inteiro assistindo seriado. Mas né, a realidade é outra. Ainda bem que tá friozinho. Ainda bem que tem café.

Agora chega de divagações que eu ainda tenho muito o que estudar (e escrever).

18 abril 2016

As definições de cansaço foram atualizadas.

Sábado resolvemos, mozão e eu, passar o dia no sítio dos pais dele. Por mais que a gente não faça isso com frequência, a gente sente falta. Aquela necessidade de se isolar de verdade, de se desconectar das redes e ter acesso a outros meios de paz. Recarregar as energias sabe? Limpar a mente. Dois nerds que amam o isolamento da vida no interior. 


Há exatos um ano (me dei conta disso lá), fizemos fotos parecidas. Essa coisa de cada um, fazer a mesma foto, no mesmo cenário. A cafonice bate forte mas eu gosto de tornar isso um ritual, eu gosto de deixar registrado, de ir vendo o que mudou. 


Deu umas vontadezinha de levantar os braços e dizer deus me leva pfvr por conta do calor — sensação térmica: queimandonoinferno ºC — mas foi um dia gostoso por tantos outros motivos. Foi um dia de nostalgia, de rir, de chamego, de comer bem, de se aventurar um pouquinho.


Cansamos o corpo mas descansamos a mente. Valeu o dia.

© BMRTT
Maira Gall