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21.9.26

maluquices hidratantes e outras coisinhas

eu não aguento mais dias chuvosos, mas ao mesmo tempo gosto do silêncio que esses dias tem proporcionado. quando chove as várias obras que tem aqui perto ficam paradas ou pelo menos bem silenciosas. por exemplo agora que parou um pouquinho de chover e só estou escutando as aves que tem no entorno. 

passei hidratante na perna da sara hoje cedo, antes dela ir para aula, porque numa tentativa dela atrasar a saída para o colégio a querida começou a coçar a perna como se estivesse com pulga. eu amo as tentativas dessa criança. e como ela funciona com me convença que a sua ideia é melhor eu falei que talvez a pele estivesse coçando por estar seca e eu poderia passar um creminho nela. a pele estava ótima mas esse não era o ponto né amigos. god bless, ela ficou convencida e consegui terminar de arrumar a mini queen.

como ela não vale nada, saiu correndo cutucar o pai falando que ela tinha ganhado massagem de mim. sim, ela é muito competitiva com o pai em tudo que eu faço com os dois. ela já chegou a falar pra ele que ela que chegou primeiro na minha vida. alguém avisa?

tenho uma coisa com cremes hidratantes. eu odeio a sensação de pele suja que cremes me dão. posso tomar meu belo banho, se eu passar creme depois vai me dar aflição porque vou me sentir suja muito ciente do meu corpinho todo. o que é complicado considerando o quão ressecada é a minha pele. uma desgraça. queria ter a pele macia, hidrata e cheirosa de creminho gostoso mas essa mania (?) não me deixa. ódios. 

algo que eu meio que aceitei (?) pelo cansaço, mas que de vez em quando vira pauta porque minha mãe não aceita a minha pele parecer o deserto do saara — obrigada mãe por ser pentelha porque só assim eu experimento coisas mesmo cansada de testar coisas. então no meu último rolê com a maravilhosa senhora minha mãe precisei passar na farmácia e saí de lá com um kit não morra seca nem com câncer de pele — o que também é uma questão por causa dessa sensação na pele então minha cara é o suco do melasma e eu só torço pra não ter câncer de pele fazendo absolutamente nada pra evitar isso. 

tudo isso pra dizer que: 

  • comprei o hidratante corporal da bepantol e estou chocada que ele até que absorve rápido???? não precisei lavar as mãos desesperadamente logo depois de usar o creme e isso, meus amigos, é um grandíssimo avanço. daqui uns dias conto se venci a mania com esse creme. 
  • comprei também um filtro solar hidratante da epidrat que eu espero muito que não me dê agonia porque não quero ficar com a cara mais destruída do que o normal por não conseguir usar a droga do filtro solar. passei começo da tarde no rosto e parece gostosinho e tem um cheiro bom. agora é torcer para não querer arrancar do rosto nas próximas horas. me desejem sorte :')

queria ter a pele macia como a da sara, mas ela ainda não viveu o suficiente pra acabar com a pele dela com escolhas ruins. tá vivendo entre nós mortais há apenas seis anos a querida. nunca nem viu um boleto. enfim. ou ter a pele do toni, mas acho que o querido toma em um dia a quantidade de água que eu quase tomo em uma semana. não sei o que é mais difícil: me hidratar, sendo que só tomo água quando tomo meu remédio; ou passar creminhos, o que só faço no rosto quando minha pele está visivelmente se desintegrando. 

o lance da água é outro. eu não sinto sede e também não lembro de tomar água, mesmo a garrafa estando na minha mesa. já tentei usar aqueles app que te avisam de tomar água sabe? fiquei irritada na terceira vez que o app avisou e desinstalei. eu sou uma piada. 

queria não ser tão maluca da cabeça. 


os livrinhos da vez, porque novamente estou cometendo a loucura de ler mais de um livro por vez, são:

  • belladonna, de adalyn grace;
  • a hipótese do amor, de ali hazelwood;
  • o ato criativo, de rick rubin — esse para o clube do livro do entreblogs

belladonna eu comecei a ler a noite pelo kindle, mas apesar de estar gostando da leitura eu travei porque queria me desafiar a ler o livro físico. desacostumei feio a ler livros físicos e ai acontece essa crise existencial safada quando tenho um livro na versão física e digital. no digital consigo ler de forma mais fluida enquanto no físico me distraio mais facilmente. o que é bizarro porque no digital eu leio pelo kindle, não é como se tivesse notificações e outros apps pra me distrair. a grandíssima ironia do excesso, ter um livro em duas versões e por isso não ler em nenhuma. aff. 

a hipótese do amor já me ganhou no prólogo porque a protagonista claramente tem uns parafusos a menos com o lance da lente de contato e eu me identifiquei demais (pelo parafuso e pela lente). e bom, é ali hazelwood né? já li alguns livros dela e até agora zero decepcionada. depois de ver a k. falando que era o favorito dela dessa escritora peguei pra ler na mesma hora hehe. 

o ato criativo eu estou animadíssima pra ler de tanto que o igor me indicou. fiquei feliz quando ganhou a enquete do clube. comprei na versão física justamente pra me propor uma leitura menos corrida e me desafiar a anotar coisinhas nele (acho que nunca fiz isso em um livro, estou ansiosa com a experiência). meu receio é ficar obcecada e ler em um dia, o que costuma ser prazeroso mas geralmente vem com uma amnésia safada na sequência.  

se um dia estive de ressaca da blogosfera, já não me lembro mais. até foto para o post eu fiz, chocada. 

Um comentário:

  1. Eu sou o tipo de pessoa que sente o maior prazer do mundo em passar um creme corporal depois do banho. Fico me sentindo macia e cheirosa depois que minha pela absorve, amo!
    Porém, ainda estou em busca de um protetor solar bom pq todos me deixam com a sensação de pele pegajosa igual vc descreveu. Achei interessante esse que vc recomendou no post...

    Beijos,
    Livro de Memórias

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