- acordando cedo e não voltando a dormir
- revendo filmes conforto
- ânimo pra estudar
- lembrando que café com leite e canela fica bom
- me divertindo com vídeos da sarinha com 2~3 anos
- almoçando como a adulta que sou (e não pipoca)
- conseguindo fazer sarinha acordar de bom humor
- não desisti do beda (mesmo tendo cogitado algumas vezes)
- ganhamos marmita de docinhos da vizinha
- noites de sono melhorando aos poucos
Coisinhas boas desses dias
Pequenas vitórias do dia
O tempo voa
sobrinha de vocês já sabe abrir a câmera do meu celular pra tirar foto na frente do espelho. hoje cedo ainda dei gargalhadas com vídeos dela de 2022, no auge dos seus dois aninhos, falando “puta” ao invés de “fruta”. minha pitoca tá crescendo.
Não tenho contato com o meu pai há alguns anos, por questões que não vem ao caso aqui, mas queria compartilhar algo que une memórias do nosso passado e que recentemente, em 2024, me levaram a uma experiência muito bacana.
Primeiro semestre de 1990, eu recém nascida, meu pai precisou viajar para Los Angeles resolver algumas questões da vida profissional, se não me engano. Não lembro dos detalhes dessa história que o levaram para os lados de lá, mas me recordo da parte em que o acaso o levou à casa de um dos integrantes da banda Oingo Boingo.
Por conta dessa experiência que ele passou no ano em que nasci, cresci ouvindo como John Avila era um ótimo anfitrião, de como as filhas dele, na época pequenas, gostavam do meu pai. Cresci não apenas ouvindo essas histórias, mas criando um carinho tão grande pelas músicas da banda que sou atingida por uma sensação de euforia toda vez que escuto.
O poster, autografado, com meu nome, eu guardo até hoje.
Em 2024 minha mãe ficou sabendo que eles tocariam em Florianópolis, numa série de shows de despedida da América Latina. Não pensamos duas vezes e compramos os ingressos.
Lá fomos eu, minha mãe e minha irmã.
Minha mãe tão eufórica que comentava com qualquer pessoa que puxava assunto na fila antes de entrarmos no espaço reservado para o Show.
— Minha filha ganhou um autógrafo do baixista da banda quando ainda era um bebê!!!1!1ONZE!1!!
Eu queria me enfiar em um buraco de vergonha, ao mesmo tempo que vibrava com a felicidade dela também. Ela queria gritar para o mundo que aquele momento era importante pra nós três.
A experiência foi surreal. O show foi incrível, delicioso, divertidíssimo. Puta alto astral.
No pós show nos enfiamos na fila de autógrafos e fiquei o tempo todo bolando como diabos eu falaria com o John (eu não sei falar inglês!1!!!!11), como mostraria o autógrafo (que levei no celular com medo de estragar o poster, aaargh). Todo esse nervosismo para gaguejar em inglês um: mim, filha *aponta pra foto*, autógrafo. Foi horroroso, meudeus, que vergonha. E foi incrível! #risosnervosos A cara de choque dele quando foi de não consigo enxergar o que tá escrito pra putamerda isso faz tempo foi sensacional.
Não sei se ele entendeu o que eu falei ou se só ficou muito chocado com um autógrafo tão antigo, mas foi algo sabe? Sai de lá com uma camiseta autografada por todos, meu segundo autógrafo, 34 anos depois do primeiro.
A quem interessar conhecer, uma das minhas músicas favoritas:
Antes que meu celular exploda
trinta mil fotos-e-vídeos para transferir do celular para o google fotos. mesmo pagando o icloud acho que ele não tá mais dando conta e provavelmente por isso que o celular começou a travar como se anunciasse que o seu fim está próximo. deus me free. aproveitando o momento pra rever registros da sarinha pitoca, registros de 2021 até agora. preciso voltar a revelar fotos. preciso urgentemente fazer uma bela limpa nessa galeria. trinta mil em cinco anos acho que me passei. não que eu esteja arrependida...
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essa semana que passou quase não consegui ler blogs e a julgar pelo ritmo do beda terei mais um bocado de novos posts para ler nos próximos dias. não estou reclamando. por favor, continuem!
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cansada, depois de lidar com uma bela enxaqueca filhadaputa nos últimos três dias, mas hoje estou feliz porque toni está fazendo pizza. sempre fico feliz com pizza.


